Bilhetes e visitas para MAC/CCB - Museu de Arte Contemporânea e Centro de Arquitetura | Comparação de preços

MAC/CCB - Museu de Arte Contemporânea e Centro de Arquitetura

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Berardo Collection Museum, hoje MAC/CCB (oficialmente Museu de Arte Contemporânea de Lisboa - Centro Cultural de Belém), leva grandes nomes da arte moderna e contemporânea ao bairro ribeirinho de Belém, em Lisboa. Em cerca de 9.000 m² de galerias, passas de ícones do século XX a exposições contemporâneas temporárias.

Começa por um bilhete normal de museu no canal oficial e escolhe, se possível, uma faixa ao fim da manhã ou ao fim da tarde num dia útil para reduzir a pressão das filas e manter flexível o teu plano em Belém.
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Algumas experiências e atrações são sazonais e podem encerrar temporariamente.

Exposições atuais

Raw Earth

Esta exposição no Architecture Centre acompanha a terra crua desde material e arquivo até à prática arquitetónica contemporânea em Portugal. Instalações científicas, históricas e colaborativas mostram como o solo escavado pode tornar-se um recurso de construção ético e poético.

18 de jun de 2026 – 11 de out de 2026, Architecture Centre

José Pedro Croft

Reflections, Enclaves, Deviations

Gravuras, desenhos, relevos e esculturas estabelecem um diálogo medido em torno do corpo, da escala, do espaço e da arquitetura. A exposição individual move-se entre processos gráficos e precisão escultórica, convidando a uma visita mais lenta e atenta.

30 de abr de 2026 – 12 de out de 2026

Frida Orupabo

Cloud of Confusion

Na sua primeira exposição individual em Portugal, Frida Orupabo transforma um arquivo de imagens composto por material colonial, fotografias de família, cultura pop e fragmentos digitais numa sequência de oito momentos. A mostra explora como as imagens transportam intimidade, violência, memória e desorientação na era digital.

4 de jun de 2026 – 18 de out de 2026

Multiple Eyes

Patricia Domínguez, Ines Doujak, Lubaina Himid

Esta exposição coletiva reúne Patricia Domínguez, Ines Doujak e Lubaina Himid em torno da narrativa como prática política e imaginativa partilhada. As obras resistem a narrativas únicas e abrem espaço para o diálogo, a empatia e diferentes formas de conhecimento.

14 de mai de 2026 – 25 de out de 2026

James Webb

There's No Place Called Home (Belém, Lisbon)

Esta instalação sonora site-specific coloca o canto de um Woodland Kingfisher nos jardins do MAC/CCB, ligando a paisagem pública de Belém às histórias coloniais e à migração. É um capítulo da série em curso de James Webb, There's No Place Called Home.

18 de jul de 2026, MAC/CCB gardens

Ângela Ferreira

Here I Stand

Esta exposição panorâmica acompanha Ângela Ferreira desde as obras do início da década de 1990 até instalações, vídeos, fotografias e esculturas recentes. No centro está a sua investigação de longa duração sobre infraestruturas coloniais, memória histórica e formas de resistência.

24 de out de 2026 – 21 de fev de 2027

Francisca Carvalho

Kouroi al cora

A exposição individual de Francisca Carvalho constrói uma linguagem visual densa a partir de colagens, desenhos, padrões, têxteis, pinturas e obras em papel. Integra também investigação do Rajastão e de Gujarat sobre corantes naturais, criação de padrões, kalamkari, impressão manual com blocos e experiências com vidro.

12 de nov de 2026 – 15 de fev de 2027

Neïl Beloufa

Na sua primeira exposição em Portugal, Neïl Beloufa transforma o museu num ambiente interativo estruturado como capítulos de um videojogo ao vivo. Os visitantes atravessam objetos, cenários e situações acionadas por sensores, onde ficção, geopolítica e participação se esbatem.

12 de nov de 2026 – 4 de abr de 2027

Marisol

When Things are Just Beginning

Esta retrospetiva centra-se nos desenhos de Marisol Escobar, apresentados ao lado de esculturas, material de arquivo e filmes de Andy Warhol. Enquadra o desenho como o fio condutor que transportou, ao longo de décadas, as suas preocupações políticas, inquietação e ficções imaginativas.

3 de dez de 2026 – 16 de mai de 2027

Principais dicas

1
Reserva antes da procura do fim de semana
Se a tua data está definida, reserva MAC/CCB com antecedência, sobretudo para sábado e domingo. Belém enche-se por volta do meio-dia, e decidir à última hora pode custar-te tempo na fila. Garantir o bilhete cedo deixa a paragem no museu tranquila desde o início.
2
Usa bem o horário gratuito de domingo
Se vives em Portugal, o período gratuito de domingo no MAC/CCB decorre das 10:00 às 14:00. Se não tens direito a essa condição, planeia a visita de domingo para depois das 14:00, quando a pressão à entrada costuma aliviar. Esta pequena escolha de horário pode poupar-te muito tempo parado.
3
Tem atenção ao último acesso
O museu fecha às 18:30, e a última entrada é às 18:00. Se chegares tarde, compra com antecedência e deixa margem para não correres contra o relógio à entrada. Assim podes concentrar-te nas galerias, não nas contas aos minutos.
4
Liga as paragens de Belém num só circuito
Para um plano compacto à beira-rio, combina MAC/CCB com Padrão dos Descobrimentos e Torre de Belém. Se a tua prioridade é fazer menos troços de transporte, visita primeiro o museu e segue depois para oeste ao longo da frente ribeirinha. Esta sequência reduz voltas atrás e guarda energia para os destaques.
5
Usa elétrico e autocarro em vez de estacionamento
Se a tua prioridade é chegar com horários previsíveis, usa o elétrico 15E ou os autocarros 714, 727, 728, 729 e 751 até à paragem Centro Cultural de Belém. Ir de carro pode funcionar, mas o trânsito na frente ribeirinha pode consumir o teu plano nas horas de ponta. Os transportes públicos costumam dar uma chegada mais estável.
6
Divide a visita em dois objetivos claros
Se te cansas depressa em museus, escolhe um percurso da coleção permanente e uma exposição temporária em vez de tentares ver tudo. No MAC/CCB, isso mantém o ritmo realista e a atenção mais fresca. Os teus pés, e a tua galeria de fotos, agradecem.

Como planear a tua visita ao MAC/CCB em Belém

Uma paragem tranquila em Belém depende de três escolhas: horário, sequência e transporte.

Escolhe a faixa horária certa em Belém

No MAC/CCB, os fins de semana e as manhãs de feriado são as janelas mais apertadas, sobretudo enquanto o período gratuito para residentes decorre das 10:00 às 14:00. Se a tua prioridade é ter menos filas e um ritmo mais estável, aponta para o fim da manhã ou o fim da tarde num dia útil. Garante primeiro o bilhete e organiza o resto do dia à volta dele. Reserva agora.

Monta uma sequência ribeirinha sem atritos

Para a maioria dos visitantes de primeira vez, a ordem mais simples é MAC/CCB primeiro, depois Padrão dos Descobrimentos e por fim Torre de Belém. Assim manténs o percurso quase linear ao longo da frente ribeirinha, em vez de ziguezaguear por Belém nas horas de ponta. Na prática, poupas energia a caminhar e também cansaço de decisão.

Usa ligações que protegem o teu horário

O elétrico 15E e as principais linhas de autocarro para o Centro Cultural de Belém costumam dar a chegada mais previsível. Ir de carro é possível com estacionamento no local, mas o trânsito na frente ribeirinha pode variar muito ao meio-dia e ao pôr do sol. Se o teu dia tem horários fixos, os transportes públicos costumam ser a aposta mais segura.

Do Berardo Collection Museum ao MAC/CCB

A identidade atual do museu fica mais clara quando juntas a cronologia e o alcance da coleção no mesmo enquadramento.

Uma cronologia de 1993 a 2023

O Centro Cultural de Belém abriu em 1993, acolheu a fase Berardo de 2007 a 2022 e, em outubro de 2023, passou ao modelo atual MAC/CCB. Esta evolução explica por que muitos viajantes ainda procuram o antigo nome Berardo, enquanto no local se usa cada vez mais MAC/CCB. Conhecer os dois nomes facilita muito a orientação e a verificação dos bilhetes.

Destaques da coleção, de Picasso a Warhol

O museu cobre grandes movimentos dos séculos XX e XXI, com nomes como Pablo Picasso, Salvador Dalí, Marcel Duchamp, Francis Bacon e Andy Warhol. Na prática, a área de cerca de 9.000 m² permite-te passar de obras canónicas a programas contemporâneos mais recentes sem mudar de espaço. A escala é substancial, mas continua gerível numa visita focada.

Percursos para primeiras visitas e regressos

Se é a tua primeira paragem, faz um percurso pelos destaques da coleção permanente e acrescenta depois uma sala temporária antes de voltares ao ar livre em Belém. Se estás a regressar, inverte a ordem e dá prioridade às exposições temporárias. As famílias costumam ter melhores resultados com voltas mais curtas e um ponto de pausa claro entre secções.

Perguntas frequentes

O Berardo Collection Museum é o mesmo local que MAC/CCB?

Sim. O antigo espaço do Berardo Collection Museum funciona hoje como MAC/CCB, dentro do complexo Centro Cultural de Belém, em Lisboa.
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Quanto tempo devo planear para uma visita?

A maioria dos visitantes numa primeira vez passa cerca de 90 minutos a 2 horas no MAC/CCB. Se também quiseres ver uma exposição temporária com mais calma, planeia perto de 2 horas.
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Preciso de reservar com antecedência?

A reserva antecipada é muito recomendada para fins de semana e períodos festivos em Belém. É a forma mais simples de proteger o teu horário e evitar tempo desnecessário na fila.
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Quando há entrada gratuita?

Os residentes em Portugal têm entrada gratuita no MAC/CCB aos domingos das 10:00 às 14:00.
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Que tipo de arte vou ver?

MAC/CCB centra-se na arte dos séculos XX e XXI, combinando mestres modernos com projetos contemporâneos temporários. Entre os nomes destacados na coleção estão Pablo Picasso, Salvador Dalí, Marcel Duchamp, Francis Bacon e Andy Warhol.
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O museu é bom para famílias?

Sim, sobretudo se mantiveres o percurso curto e focado. Um formato prático para famílias é uma volta pelos destaques da coleção mais uma sala temporária, seguida de uma pausa ao ar livre em Belém.
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Que pontos de interesse próximos combinam melhor no mesmo dia?

Uma boa combinação local é Padrão dos Descobrimentos com Torre de Belém depois do MAC/CCB. Se ainda quiseres um contraste no centro da cidade, segue para Castelo de São Jorge como segundo bloco separado.
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Os transportes públicos bastam para esta visita?

Para a maioria dos visitantes, sim. O elétrico 15E, várias linhas de autocarro e a opção de comboio para Belém cobrem bem o percurso e normalmente evitam o stress do estacionamento nas horas de ponta da frente ribeirinha.
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Informações gerais

horário de funcionamento

MAC/CCB, em Belém, está aberto de terça-feira a domingo das 10:00 às 18:30, com última entrada às 18:00. Fecha às segundas-feiras.

morada

Museu MAC/CCB
Praça do Império
1449-003 Lisboa
Portugal

como chegar

O museu fica no complexo Centro Cultural de Belém. Entre as opções de transporte público mais práticas estão o elétrico 15E e os autocarros 714, 727, 728, 729 e 751 até à paragem CCB. Também podes apanhar o comboio até à estação de Belém e seguir a pé até ao museu. Se vieres de carro, há estacionamento do CCB no local.

acessibilidade

MAC/CCB tem soluções de acesso físico para visitantes com mobilidade reduzida e disponibiliza elevadores para os pisos superiores das galerias. Se precisares de apoio para um percurso adaptado, combina-o à chegada com a equipa no local para manter as transições simples.

bilhetes

A entrada normal no MAC/CCB custa 15 EUR e inclui todas as exposições de arte contemporânea e arquitetura.
- Entrada gratuita: titulares do cartão CCB Card, crianças com menos de 6 anos, residentes em Portugal aos domingos até às 14:00, pessoas desempregadas, membros do ICOM, jornalistas, guias turísticos, acompanhantes elegíveis e veteranos da Guerra do Ultramar ou as respetivas viúvas
- 50% de desconto: residentes em Portugal com o comprovativo exigido, com compra presencial na bilheteira do MAC/CCB
- 20% de desconto: idades dos 7 aos 18 anos, estudantes, visitantes 65+, visitantes com mobilidade reduzida e titulares do cartão Lisboa Card
O bilhete combinado opcional CABE para MAAT, MAC/CCB e Pavilhão Julião Sarmento custa 28 EUR online; as compras estão disponíveis até 30 de setembro de 2026, e os bilhetes são válidos durante 90 dias.
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