Caminhos de ronda e vistas sobre o Tejo
Começa no exterior, enquanto as pernas estão frescas e a luz ainda ajuda. Os caminhos de ronda e a Praça de Armas dão a panorâmica clássica sobre a Baixa, Alfama e o Tejo, e explicam por que motivo esta colina importava muito antes de se tornar uma paragem para fotografias. Faz isto primeiro se nuvens, multidões ou horários de fecho estiverem a aproximar-se.
Câmara escura da Torre de Ulisses
A Torre de Ulisses esconde uma das surpresas mais memoráveis do castelo: um periscópio instalado em 1999 que projeta uma vista ao vivo de 360 graus sobre Lisboa. Numa cidade de ecrãs de telemóvel, parece maravilhosamente analógico. Como o acesso é guiado, limitado e dependente do tempo, confirma as sessões antes de te afastares demasiado pelo recinto.
Sítio arqueológico e museu
O sítio arqueológico é onde o castelo deixa de ser um simples marco medieval. Preserva vestígios de um povoado do século VII a.C., casas islâmicas dos séculos XI e XII d.C. e restos posteriores do palácio ligados ao terramoto de 1755. O museu, na zona do antigo palácio real, transforma essas camadas em objetos que consegues realmente ler, de Olisipo à mourisca Al-Ushbuna e mais além.
Ruínas do palácio real e Praça Nova
O palácio real parcialmente arruinado fica perto do centro do monumento, com referências que remontam a 1264 e 1277. Depois de Manuel I transferir a vida da corte para a cidade baixa em 1505, a colina mudou lentamente de função; depois de 1755, o terramoto tornou essa mudança visível na pedra. Continua até à Praça Nova para arqueologia, pinheiros e os pavões que hoje patrulham o antigo centro de poder com seriedade quase cómica.