Bilhetes e visitas para MAC/CCB | Comparação de preços

MAC/CCB

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MAC/CCB, o Museu de Arte Contemporânea e Centro de Arquitetura, é uma paragem certeira de arte moderna em Lisboa, dentro do Centro Cultural de Belém, mesmo junto à Praça do Império. Em 9.000 m² de galerias, passas de Pablo Picasso, Marcel Duchamp e Andy Warhol a exposições de arquitetura e novos projetos contemporâneos.

Começa por um bilhete de entrada normal do museu: cobre as exposições de arte contemporânea e arquitetura e mantém o teu dia em Belém flexível. Reserva agora.
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Bilhetes de entrada

A melhor opção para quase toda a gente: entrada direta no MAC/CCB, com flexibilidade suficiente para combinar as galerias com Mosteiro dos Jerónimos, Padrão dos Descobrimentos ou a frente ribeirinha do Tejo.
MAC/CCB: Entry Ticket to Lisbon's contemporary art museum
4.6(74)
 
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Exposições atuais

Raw Earth

Esta exposição do Architecture Centre olha para a terra como material de construção viável, ético e poético no Portugal contemporâneo. Conteúdos científicos e históricos, protótipos e estudos de caso ligam o solo, o saber local e a reutilização urbana a uma conversa mais ampla sobre construção sustentável.

18 de jun de 2026 – 11 de out de 2026

Multiple Eyes

Patricia Domínguez, Ines Doujak, Lubaina Himid

Esta exposição coletiva reúne Patricia Domínguez, Ines Doujak e Lubaina Himid, tratando a narração como uma prática colaborativa e política. Mundos visuais sensíveis, simbólicos e carnavalescos desafiam narrativas únicas e abrem espaço para o diálogo, a empatia e o conhecimento partilhado.

14 de mai de 2026 – 25 de out de 2026

Frida Orupabo

Cloud of Confusion

Na sua primeira exposição individual em Portugal, Frida Orupabo revisita um arquivo de imagens construído a partir de registos coloniais, fotografias etnográficas, imagens de família e fragmentos digitais. A exposição usa esse fluxo de imagens para explorar a tensão entre intimidade e violência num percurso em oito partes moldado pela arquitetura do museu.

4 de jun de 2026 – 1 de nov de 2026

James Webb

There's No Place Called Home (Belém, Lisbon)

Esta instalação concebida para o local coloca o canto gravado de um guarda-rios-dos-bosques numa magnólia junto à entrada do museu, ligando a paisagem de Belém a histórias coloniais e à migração. A obra faz parte da longa série There's No Place Called Home de Webb e desenvolve-se através do som, do lugar e da dissonância histórica.

18 de jul de 2026

Ângela Ferreira

Here I Stand

Abrangendo obras desde os anos 1990 até ao presente, esta exposição acompanha a investigação de Ângela Ferreira sobre colonialismo, arquitetura e resistência. Instalação, vídeo, fotografia e escultura revelam como as infraestruturas e narrativas coloniais continuam a moldar o presente.

24 de out de 2026 – 28 de fev de 2027

Neïl Beloufa

Na sua primeira exposição em Portugal, Neïl Beloufa transforma o MAC/CCB num ambiente interativo onde os visitantes circulam por objetos e cenas de videojogo ao vivo. O projeto joga com a confusão deliberada entre ficção e geopolítica, tornando o visitante uma parte ativa da narrativa.

3 de dez de 2026 – 4 de abr de 2027

Francisca Carvalho

Kouroi al cora

Esta exposição individual apresenta a densa linguagem visual de Francisca Carvalho, feita de colagens, desenhos, padrões, textos, pinturas e têxteis. Também se apoia na sua investigação no Rajastão e em Gujarat, sobretudo na criação tradicional de padrões, nos corantes naturais, no kalamkari, na impressão manual por blocos e em experiências com vidro.

3 de dez de 2026 – 4 de abr de 2027

Marisol

When Things are Just Beginning

Esta retrospetiva centra-se nos desenhos de Marisol Escobar, reunindo mais de cem obras desde os anos 1950 em diante, juntamente com esculturas, material de arquivo e filmes de Andy Warhol. A mostra enquadra o desenho como o fio que liga as suas preocupações sociais, tensões pessoais e ficções imaginativas.

17 de dez de 2026 – 12 de abr de 2027

6 dicas para visitar MAC/CCB

1
Escolhe o bilhete simples
Se esta é a tua primeira visita ao MAC/CCB, escolhe a entrada normal e mantém o plano simples. Aqui, a TicketLens só reúne entradas diretas no museu, por isso não precisas de transformar esta paragem numa visita guiada complexa. Assim, o teu plano em Belém continua flexível.
2
Evita os picos de domingo
Se queres galerias mais calmas, escolhe uma manhã durante a semana ou o fim da tarde. As manhãs de domingo podem ser mais movimentadas, porque os residentes em Portugal têm uma faixa de entrada gratuita até às 14:00. Escolher outro horário reduz o stress da fila e dá mais espaço à arte.
3
Atenção à última entrada
O museu fecha às 18:30, e a última entrada é às 18:00. Se o teu dia em Belém já está cheio de monumentos, marca o museu antes das paragens ao ar livre ou chega com o bilhete pronto. Assim não corres contra o relógio à porta.
4
Usa o elétrico 15E ou o comboio
Se a previsibilidade dos horários for importante, apanha o elétrico 15E até Centro Cultural de Belém ou o comboio da linha de Cascais até à estação de Belém. Ir de carro pode funcionar, mas o trânsito na frente ribeirinha e a procura de estacionamento podem roubar tempo às galerias. Os transportes públicos simplificam a chegada.
5
Escolhe um só extra forte
Se o teu dia já inclui o MAC/CCB, acrescenta um só destaque próximo em vez de três. Mosteiro dos Jerónimos dá-te a grande combinação arquitetónica, enquanto Padrão dos Descobrimentos é a continuação ribeirinha mais rápida. Um extra claro torna o dia memorável sem o sobrecarregar.
6
Guarda energia para o café
Depois das galerias, usa a zona da livraria-café perto da entrada como ponto de pausa. É o local mais fácil para decidires se ainda tens pernas para Torre de Belém ou se preferes ficar mais perto da Praça do Império. Essa pausa transforma a visita ao museu num capítulo de Belém com melhor ritmo.

Opções de bilhete no MAC/CCB

A escolha de reserva é agradavelmente simples: esta página é sobre entrada direta no museu, não um labirinto de formatos de visita.

Entrada normal para o percurso do museu

A melhor opção para quase toda a gente: a entrada normal permite-te focar nas exposições permanentes, nas mostras de arquitetura em curso e no ritmo mutável do MAC/CCB, sem acrescentar horários de grupo. Também torna o resto do teu dia em Belém mais fácil de organizar em torno de uma paragem interior clara. Reserva agora.

Descontos e horários para residentes

Ótimo quando o preço importa: antes de pagar, confirma se a tua idade, estatuto de estudante, mobilidade reduzida, Lisboa Card ou residência em Portugal altera a tarifa. Se podes usar a faixa gratuita de domingo para residentes, chega cedo o suficiente; se não podes, entra mais tarde e evita a pressão. Reserva agora.

Reservar em torno dos monumentos de Belém

Usa este museu como a paragem interior com horário definido no teu percurso por Belém, e deixa mais flexíveis as paragens próximas ao ar livre. Um plano claro é MAC/CCB, depois Padrão dos Descobrimentos e, por fim, Torre de Belém se a energia e a luz do dia ainda chegarem. Reserva agora.

O que vês dentro do MAC/CCB

O museu funciona melhor quando o encaras como duas conversas: a arte moderna através do Atlântico e a arte contemporânea a perguntar o que os museus devem fazer hoje.

An Atlantic Drift no piso 2

An Atlantic Drift é o percurso do museu pelo século XX, aproximadamente de 1909 a 1977, através de pintura, escultura, desenho, instalação e arte gráfica. O melhor momento não é apenas reconhecer nomes como Pablo Picasso, Andy Warhol ou Wifredo Lam; é perceber como a margem atlântica de Belém acompanha discretamente a narrativa transoceânica da exposição.

Arte dos anos 1970 em diante

May I Help You? Posso ajudar? muda o ambiente no piso -1. Em vez de uma cronologia heroica e arrumada, junta cerca de 90 artistas dos anos 1970 até hoje e deixa que obras de figuras como Doris Salcedo, Gilbert & George, Jeff Koons, Kara Walker e Richard Serra discutam, questionem e inquietem a sala.

Arquitetura como parte do bilhete

O Architecture Centre dá à visita uma segunda lente, com 2.125 m² dedicados a exposições de arquitetura dentro do conjunto mais amplo do Centro Cultural de Belém. Se costumas cansar-te em museus de arte, esta mudança de escala e tema pode ser a sala que mantém a visita interessante.

Um museu dentro do complexo CCB

O MAC/CCB não está isolado do resto do Centro Cultural de Belém. O mesmo complexo reúne salas de espetáculos, pátios, jardins, a livraria-café e amplos espaços de pedra que apanham a luz do Tejo. Esse contexto faz o museu parecer um capítulo de um dia cultural maior, não uma caixa fechada de galerias.

Como planear uma paragem de museu em Belém

Uma boa visita tem menos a ver com ver tudo e mais com dar às galerias um lugar claro no teu percurso por Belém.

Escolhe uma faixa mais calma

Para uma primeira visita, a manhã de um dia útil é a escolha mais limpa: chegas antes de Belém entrar no ritmo do meio-dia e ainda tens tempo para Mosteiro dos Jerónimos ou a frente ribeirinha depois. O fim da tarde também funciona, mas a última entrada às 18:00 é real, por isso não deixes a decisão do bilhete para demasiado tarde.

Percorre Belém num só sentido

O fluxo mais simples é evitar ziguezagues. Começa à volta da Praça do Império com o MAC/CCB e Mosteiro dos Jerónimos, segue depois para Padrão dos Descobrimentos e, se o dia ainda tiver energia, até Torre de Belém. Passas menos tempo a voltar atrás e mais tempo realmente a observar.

Adapta o percurso ao teu estilo de viagem

Visitantes de primeira viagem devem manter o MAC/CCB compacto e acrescentar um grande vizinho. Quem regressa pode usar o museu para exposições atuais e evitar a corrida aos monumentos. As famílias ficam melhor com um objetivo claro na galeria mais uma pausa no café, enquanto visitantes com mobilidade reduzida devem reservar mais tempo para a plataforma elevatória e as transições interiores.

Sabe quando parar

Duas horas dentro do MAC/CCB podem ser mais recompensadoras do que três extras apressados em Belém depois. Se a arte ainda estiver viva quando chegas ao café, deixa que esse seja o fim e escolhe uma curta caminhada junto ao rio em vez de outra grande atração paga. Um pouco de contenção mantém o dia elegante.

Perguntas frequentes

O MAC/CCB fica no mesmo local do antigo Berardo Collection Museum?

Sim. O antigo espaço do Museu Coleção Berardo, dentro do Centro Cultural de Belém, funciona agora como MAC/CCB, o Museu de Arte Contemporânea e Centro de Arquitetura.
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Quanto tempo devo reservar para o MAC/CCB?

A maioria dos visitantes pela primeira vez deve contar com 90 minutos a 2 horas. Acrescenta tempo se quiseres ver as duas exposições permanentes, uma mostra temporária de arquitetura e fazer uma pausa no café antes de regressar a Belém.
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Que tipo de arte vou ver?

MAC/CCB foca-se em arte moderna e contemporânea, com percursos da coleção que vão de figuras do século XX como Pablo Picasso, Marcel Duchamp, Joan Miró e Andy Warhol a artistas dos anos 1970 em diante. A vertente de arquitetura acrescenta exposições que fazem o edifício parecer mais amplo do que um museu de arte clássico.
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Preciso de reservar com antecedência?

Reservar com antecedência é a opção mais fácil para fins de semana, períodos festivos e visitas ao fim da tarde. Protege o teu horário, sobretudo porque a última entrada é às 18:00.
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Quando há entrada gratuita?

Os residentes em Portugal podem usar uma faixa de entrada gratuita aos domingos até às 14:00. Se isso não se aplicar a ti, visitar ao domingo depois das 14:00 costuma ser mais simples.
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O MAC/CCB é acessível para visitantes com mobilidade reduzida?

Sim, mas planeia bem a chegada. O complexo do Centro Cultural de Belém tem circulação adaptada, e o acesso ao MAC/CCB faz-se por uma plataforma elevatória junto à bilheteira; pergunta à equipa qual é o percurso mais simples quando chegares.
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O museu é bom para famílias?

Sim, se mantiveres o percurso focado. Escolhe uma exposição permanente e uma sala ou tema que prenda a atenção das crianças, depois faz uma pausa no café ou lá fora, dentro do complexo do CCB, antes de acrescentares outra paragem em Belém.
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Que atrações próximas combinam melhor com o MAC/CCB?

Para uma combinação próxima de arquitetura e história, escolhe Mosteiro dos Jerónimos. Para uma continuação mais curta ao ar livre, usa Padrão dos Descobrimentos; para um percurso ribeirinho mais longo, continua para oeste até Torre de Belém.
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Informações gerais

horário de funcionamento

MAC/CCB está aberto de terça-feira a domingo das 10:00 às 18:30, com última entrada às 18:00. Encerra à segunda-feira. Os residentes em Portugal podem usar a faixa de entrada gratuita aos domingos até às 14:00.

bilhetes

A entrada geral no museu custa 15 €. O bilhete individual inclui acesso às exposições do MAC/CCB e do Architecture Centre. Os residentes em Portugal têm uma redução de 50% com documentos comprovativos; jovens dos 7 aos 18 anos, estudantes, pessoas com mais de 65 anos, visitantes com mobilidade reduzida e titulares do Lisboa Card recebem 20% de desconto.

morada

MAC/CCB - Museu de Arte Contemporânea e Centro de Arquitetura
Centro Cultural de Belém
Praça do Império
1449-003 Lisboa
Portugal

como chegar

As opções mais simples de transporte público são o elétrico 15E até Centro Cultural de Belém, o autocarro 729 para a mesma paragem, ou os autocarros 714, 727, 728 e 751 até Mosteiro dos Jerónimos. O comboio da linha de Cascais para na estação de Belém; daí, segue a pé por alguns minutos em direção à Praça do Império.

acessibilidade

O complexo do Centro Cultural de Belém tem elevadores, rampas, plataformas elevatórias e lugares de estacionamento reservados para visitantes com mobilidade reduzida. Para o MAC/CCB, usa a plataforma elevatória junto à bilheteira; também podes pedir uma cadeira de rodas à chegada ou antecipadamente. Reserva um pouco de tempo extra, porque os equipamentos de elevação podem, por vezes, estar indisponíveis.
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